

Uma vila que atravessa séculos
Brumal nasceu no contexto da mineração do século XVIII, cresceu ao redor da Igreja de Santo Amaro e preserva um núcleo histórico em que patrimônio e vida cotidiana ainda se misturam.
De arraial a patrimônio
A história está nas ruas.
O antigo arraial se consolidou em torno da igreja erguida em 1727. O conjunto de casas térreas, o Largo, o chafariz e as capelas formaram uma paisagem urbana tão singular que o Núcleo Histórico de Brumal foi tombado pelo Estado de Minas Gerais em 1989.



O arraial nasce no contexto da mineração
A ocupação da região está ligada à exploração aurífera e às rotas que cortavam as serras mineiras.
Ergue-se a Igreja de Santo Amaro
A construção da matriz ajuda a organizar o núcleo urbano que se forma ao seu redor.
Passagem de Dom Pedro I
Segundo o IEPHA, Dom Pedro I e a Imperatriz D. Amélia pernoitaram em Brumal a caminho do Caraça.
Capela de Nosso Senhor dos Passos
A pequena capela passa a integrar a paisagem religiosa e urbana da vila.
Dom Pedro II visita Brumal
Outro registro que mostra a posição da vila nas rotas da região do Caraça.
O chafariz entra na paisagem
Instalado no Largo, torna-se um dos principais símbolos visuais e afetivos de Brumal.
Começa a Cavalhada de Brumal
A tradição religiosa e equestre passa a mobilizar famílias e gerações em torno de Santo Amaro.
A Igreja recebe proteção federal
A Matriz de Santo Amaro é inscrita no Livro de Belas Artes do patrimônio federal.
O Núcleo Histórico é tombado pelo Estado
A proteção reconhece o valor histórico, artístico e paisagístico do conjunto de Brumal.
Brumal não é um cenário. É patrimônio habitado: gente, fé, festas, trabalho, água e memória dividindo o mesmo Largo.
Fontes desta página
IEPHA/MG, Prefeitura de Santa Bárbara, Portal Minas Gerais e manual de identidade do Brumal (A)Gosto. A cronologia será revisada com a equipe local antes do lançamento.
